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PACIENTE COM MARCA-PASSO PASSA MAL APÓS DISCUSSÃO POR TRANSPORTE DO TFD EM SÃO JOSÉ DA COROA GRANDE

PACIENTE COM MARCA-PASSO PASSA MAL APÓS DISCUSSÃO POR TRANSPORTE DO TFD EM SÃO JOSÉ DA COROA GRANDE

Um caso envolvendo o transporte do TFD (Tratamento Fora do Domicílio) gerou repercussão e debate em São José da Coroa Grande. A primeira versão do episódio foi publicada por Lucy Barbosa no grupo de WhatsApp do “Blog Tenório Cavalcanti”, relatando que uma paciente cardíaca, dependente de marca-passo, teria passado mal após enfrentar transtornos e discussão ao buscar transporte para atendimento médico no Recife.

De acordo com as informações divulgadas inicialmente, a paciente procurou o setor responsável pelo TFD em busca de transporte para dar continuidade ao tratamento de fisioterapia realizado na capital pernambucana. O episódio teria ocorrido dentro do próprio serviço público de saúde e acabou causando revolta entre familiares e populares, principalmente por envolver uma pessoa com problemas cardíacos e que necessita de acompanhamento contínuo e estabilidade emocional.

A situação levantou críticas sobre a necessidade de um atendimento mais humanizado no setor de saúde pública, especialmente para pacientes que dependem do transporte fornecido pelo município para realizar tratamentos fora da cidade.

PRONUNCIAMENTO DA GESTÃO 

Após a repercussão do caso, a gestão municipal se pronunciou através do coordenador do TFD de São José da Coroa Grande, Jeferson Santana. Segundo ele, a paciente realiza sessões de fisioterapia no Recife às terças e quintas-feiras e nunca deixou de ser assistida pelo município.

Ainda de acordo com o coordenador, na última quinta-feira houve uma alta demanda no transporte da saúde, sendo necessário priorizar pacientes em situações consideradas mais urgentes, como hemodiálise, tratamento oncológico e pacientes cirurgiados.

Jeferson Santana afirmou também que não havia vaga disponível nos veículos menores naquele momento, mas que foi oferecida à paciente a possibilidade de viajar em uma van. Segundo o relato apresentado pela coordenação, a opção não teria sido aceita pela paciente.

O coordenador destacou ainda que o atendimento já teria sido normalizado e que a paciente voltou a ser transportada normalmente pelo município.

Mesmo com o esclarecimento da gestão, o caso segue repercutindo entre moradores e usuários do sistema público de saúde. A população cobra mais organização, diálogo, respeito e humanização no atendimento aos pacientes que dependem diariamente do TFD para garantir acesso aos seus tratamentos médicos.

A saúde pública exige responsabilidade, equilíbrio e sensibilidade, principalmente quando envolve pessoas em situação de vulnerabilidade e dependentes de cuidados contínuos.

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