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Henrique Vieira explica o que é amar o inimigo – e surpreende com uma visão libertadora

Henrique Vieira explica o que é amar o inimigo – e surpreende com uma visão libertadora.

Em um trecho impactante de sua fala, o pastor, teólogo e deputado federal Henrique Vieira compartilhou uma reflexão que tem tocado muitas pessoas: o verdadeiro sentido de amar o inimigo.

De forma honesta, ele admite que sempre teve dificuldade com essa orientação. Afinal, como amar quem nos machuca, nos oprime ou nos destrata?

Mas Henrique vai além e nos convida a olhar para o exemplo de Jesus de forma mais profunda. Ele afirma que Jesus nunca tratou o amor como sinônimo de gostar, admirar, concordar ou se calar. Ou seja, amar não é aceitar tudo, nem viver de forma submissa.

Pelo contrário: o amor, nesse contexto, não é um sentimento de afeto por quem nos faz mal. Amar o inimigo, segundo Henrique Vieira, é uma decisão ética e consciente de não revidar o mal com o mal.

> “Amar o inimigo é decidir, racional e eticamente, que não vamos fazer com ele o mesmo mal que ele fez conosco”, diz o pastor.

Ou seja, não se trata de sentir carinho por quem oprime, mas de escolher romper o ciclo da violência e da vingança. Isso não significa se calar ou deixar de lutar contra as injustiças — muito pelo contrário. Henrique reforça que podemos (e devemos) nos rebelar contra o mal, mas sem nos tornarmos como aqueles que praticam o mal.

É um amor que liberta, que não compactua com o erro, mas também não alimenta ódio ou destruição.

Essa mensagem tem tudo a ver com os tempos em que vivemos. Em meio a tanto ódio, intolerância e polarização, talvez o maior ato de coragem seja decidir amar com lucidez, justiça e dignidade — até quem nos persegue.

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