Breves comentários sobre o “Veritae dolor”

Coaf, coaf, coaf, essa “virose” já tirou a voz de milhões de brasileiros.

Homens de bem, pessoas de família estão todos MUDOS a alguns dias.

Um breve estudo sobre o vírus “Veritae dolor” demonstra sua alta capacidade de multiplicar-se, principalmente nas redes sociais, sua evolução clinica começa pelo argumento: “ah! é boato” passando então a dificuldades de digitação e até mesmo enviar áudios, chegando ao estágio crônico que gera no indivíduo a incapacidade de copiar/colar memes.

Alguns blogueiros, como exemplo: Wellinton Cavalcanti Soares, tem questionado a ausência de interatividade de seus membros.
Segundo WCS seu ponto de vista é que a voz coroense está sem conseguir desempenhar uma de suas premissas: fornecer opinião para quem tem opinião.

“Há uma enorme dificuldade de argumentação”, diz um dos ativistas de zap zap.
Em outro comentário pode-se ver um: “fomos enganados de novo”.

Como os estudos sobre o recém descoberto vírus “Veritae dolor” está ainda em fase laboratorial ainda não sabemos qual sua real potencialidade, no entanto há uma parcela da população que não apresenta sintomas clínicos patológicos dessa epidemia, esses indivíduos têm como anticorpos conhecimento histórico, sensibilidade social, consciência de suas posições na pirâmide de Maslow.

O grande desafio da SBDCH – Sociedade Brasileira para Defesa das Ciências Humanas, segundo seu presidente Dr. Prof Wagner Sindinez, é produzir em tempo record vacinas para anular ou atenuar a ação desse perigoso vírus, o que lhes renderá muito trabalho.

Da redação.

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