Visitas domiciliares e entrevistas concedidas do Conselho Tutelar ao povo Coroense


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Neste último Sábado(19) o Blog acompanhou o conselho Tutelar de São José, neste dia o conselho fez umas visitas domiciliares, pude perceber a facilidade de comunicação que o grupo tem com as famílias, além dos assuntos burocráticos que existem no dia á dia de um conselheiro, vi que o grupo terminam que conhecendo os problemas sociais da família Coroense em si, problemas de saúde,falta de remédios e entre outros assuntos, deu-me a entender que o povo já tem uma confiabilidade, encontramos crianças enfermas e em tratamento, o grupo vem também orientando os Pais a quem procurarem.

O que me chamou atenção é que as crianças tinham um certo medo e preconceito como os conselheiros tutelares, não só as crianças, os adultos também , porém este preconceito aos poucos está sumindo, anos atrás “os conselheiros” era tido como o grupo que vinha prender ou castigar, até alguns professores para fazer medo as crianças “ameaçavam dizendo vou chamar os conselheiros”, hoje ao invés de ter medo as crianças estão tendo respeito aos “Conselheiros tutelar de São José”.

Ao perguntar aos Conselheiros Marcus,Anderson e Gleison que conheceram de perto esses preconceitos eles me responderam.

Marcus, Anderson e Gleison – Tenório, fizemos um trabalho diferenciado conquistamos primeiro as crianças, em palestras nas escolas a nível infantil, criamos um laço de amor familiar ensinando as crianças a declarar seu amor familiar, tipo quando perguntei a uma criança se ela já ouviu dos Pais “EU TE AMO” uma palavra simples mas tem que ser ouvida, a resposta da criança foi que nunca ouviu.

TENÓRIO CAVALCANTI – Marcus você que ouviu desta criança ter confessado, que o pai nunca declarou eu te amo a ela, qual o seu diagnostico para isto?

MARCUS WAGNER – Tenório, o meu conselho foi incentivar a criança, arrancar dos pais a palavra eu te amo, por que as vezes os pais são carrasco nessa área porque também nunca foram de ouvir a palavra eu te amo, amor tem que ser demonstrado e declarado, então o que eu fiz foi dizer a criança que quando chegasse em casa beijassem os Pais, e dissessem “EU TE AMO, PAI E MÃE VOCÊS TAMBÉM ME AMAM”, foi uma forma da criança se declarar e ter um retorno de imediato.

TENÓRIO CAVALCANTI – E você como conselheiro teve algum retorno nesta história familiar?

MARCUS WAGNER – Claro, pois já tinha conquistado as crianças e eu precisava ganhar também os pais, e muitos pais me agradeceram, declararam que quebraram um tabus, e hoje eles dizem com facilidade a seus filhos que o amam, pois as crianças disseram a seus pais que foi o conselheiro que ensinaram a dizer “EU TE AMO”, sinto que estamos no caminho certo.

TENÓRIO CAVALCANTI – Marcus, quais os desafios e projetos para 2017?

MARCUS WAGNER – Estamos querendo trazer uma extensão de atendimento do conselho Tutelar para Abreu e Várzea do Una, já que a cidade e os distritos vem crescendo muito, a nossa SEDE atenderá a cidade e os engenhos, Abreu e várzea terá um escritório do conselho Tutelar para atender resolver assuntos de lá, mas isto ainda estamos estudando se será possível executar, mas estamos precisando de fato, para dar conta das demandas.

TENÓRIO CAVALCANTI – Quero agradecer a Marcus, Anderson e Gleison pela oportunidade de seguir a rotina das visitas domiciliares do Conselho, qualquer um do grupo que precisar e me convidar estarei disposto aceitar o convite, contribuir com o grupo no que puder. Estaremos em breve fazendo um debate entre eles sobre os problemas existentes e também os diagnósticos,não será debate de confronto mas de ideias e projetos para 2017. Aguardem…

Escrito por Tenório Cavalcanti

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