Passando o Bastão da Comunhão e do Entendimento


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Adão e Eva após ter sidos Banidos por Deus do Jardim do Éden, poderiam ter ser revoltado de vez,mas eles lutaram pela restauração do relacionamento deles com seu Criador, e conseguiram através dos sacrifícios (Gênesis 3.21; 4.3-7). E havendo experimentado a liberdade de viver na presença de Deus vinte e quatro horas por dia, o que teriam sentido em ter de se aproximar Dele somente em lugar marcado e através de um sacrifício? O que você teria sentido ao acordar todas as manhã, trabalhar através desse novo dia e à noite, ir para a cama, constantemente cônscio do grande abismo colocado entre você e Aquele por quem você foi criado?

Um abismo que somente poderia ser transposto se carregasse  um cordeiro balindo até um altar de pedra, cortasse sua garganta com uma faca, espargisse o seu sangue sobre a alta pilha de lenha colocada no topo do altar?

E como isso deu Adão e Eva a certeza  do perdão de Deus e de sua benção? Teria Deus mandado fogo para consumir o sacrifício, para que eles soubesse que o mesmo foi aceito, teria ELE subitamente aparecido para falar com eles?

Após anos de aproximação com Deus através de seu determinado sistema sacrificial, o povo sabia que os rios de sangue espargidos sobre o altar não lavavam seus pecados,os sacrifícios serviam simplesmente como uma infeliz lembrança de seu pecado e apontava-lhes a necessidade de um cordeiro, ainda por vir, o qual cumpriria todos os sacrifícios simbólicos os perdoaria dos seus pecados e os salvaria da cólera de Deus, através da sua morte sacrificial.

Conquanto Adão e Eva entendessem, por sua experiência em primeira mão a força destrutiva do pecado e seu castigo,não sabiam os detalhes de por que os sacrifícios eram necessário para expiar o seu pecado. Imaginamos que eles só sabiam que Deus lhes dera instruções, e eles obedeciam. O processo funcionava como o único para chegar á Deus. E assim eles foram os primeiros de centenas, milhares e milhões de pessoas que escolheram caminhar pela fé.Sua fé em Deus, a qual haviam recebido face a face, foi passado a seus filhos, netos, bisnetos e tetranetos,de geração e geração, de fé em fé. E essa passagem começou quando eles passaram o Bastão ao seu segundo filho, Abel, cuja vida foi um poderoso testemunho.

Trago essa reflexão para você que está se sentindo fora da comunhão do Altíssimo, Deus ver o teu esforço para se aproximar-se DELE, continue sempre procurando agradar a Deus. 

E aconselho-te que quando você agradar-lo, ensine a outros, como conquistar e agradar a Deus, sempre passe o BASTÃO, nesta competição da vida quando você chegar na reta final, saia pela direita e estenda as mãos passando o BASTÃO para quem vai continuar a corrida , não deixe morrer com você a oportunidade que outros teriam de prosperar, espiritualmente,emocionalmente e até financeiramente. Seja um agente de Deus na terra.

Tenório Cavalcanti

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